O enfraquecimento da diplomacia contemporânea e seus impactos nas relações bilaterais entre os países
Um grupo de estantes de Geografia da UEPB, campus III, a partir do grupo de estudos sobre geopolítica, fez um levantamento bibliográfico, acompanhamento de lives, entrevistas e debates internos. Dessa experiência acadêmica surgiu o primeiro artigo sobre "O enfraquecimento da diplomacia contemporânea e seus impactos nas relações bilaterais entre os países".
Por: Wilson Sergio Gomes do Nascimento; Gilson Vinícius Dias da Silva; Irackson Lucas Ribeiro da Silva;
Wendel Lucas da Conceição;
Gerson Martiniano de Araújo; Emilay Maria Helena Quirino Araújo; Mariana Pereira Silva (*).
RESUMO :
Esse Trabalho tem o objetivo de compreender o enfraquecimento das relações diplomáticas entre os países e como essas relações vêm decaindo com o passar dos anos, afetando diretamente as relações diplomáticas nos dias atuais e como os órgãos internacionais vem se enfraquecendo na solução de problemas relacionados a conflitos, embargos econômicos e missões internacionais que visam amenizar os impactos ambientais e sociais no mundo. Além de compreender as causas que levam ao rompimento diplomático entre os países e o fechamento de embaixadas, por exemplo. Além de compreender o enfraquecimento da ONU que tinha um papel importante quando foi fundada e hoje vem perdendo credibilidade por não conseguir solucionar os problemas mundiais onde cada país busca defender seus interesses e não visa solucionar os problemas ocorridos havendo um impasse sem sucesso entre ambas as partes. Iremos ver a importância que o Brasil tem nas relações diplomáticas e o porque a diplomacia brasileira ainda continua forte apesar de ter uma pequena decadência nos dias atuais e porque o Brasil se torna referência quando se trata de diplomacia. O enfraquecimento das relações diplomáticas também ocorre através da violação dos próprios países membros permanentes do órgão de segurança da ONU fazendo interferências em outros países violando diretamente a soberania dos países gerando problemas diplomáticos entre os países. E as mediações entre os países também vem perdendo força, já que ambos os países não conseguem entrar num consenso junto com o mediador enfraquecendo ainda mais a diplomacia internacional tornando a reunião sem sucesso e sem resolução.
Palavras Chave: Enfraquecimento diplomático, Diplomacia brasileira, Órgãos internacionais
INTRODUÇÃO
A diplomacia contemporânea, tradicionalmente concebida como instrumento fundamental para a mediação de interesses, prevenção de conflitos e promoção da cooperação internacional, tem enfrentado transformações significativas nas últimas décadas. Em um contexto marcado pela intensificação da globalização, pela ascensão de novos atores internacionais e pela crescente complexidade dos desafios transnacionais, observa-se um progressivo enfraquecimento dos mecanismos diplomáticos clássicos, historicamente baseados no diálogo, na negociação e no multilateralismo. Tal cenário reflete não apenas mudanças estruturais no sistema internacional, mas também a adoção de posturas mais unilaterais e confrontacionais por parte de determinados Estados.
Nesse sentido, a erosão de práticas diplomáticas tradicionais manifesta-se na diminuição da confiança entre os países, na fragilização de instituições multilaterais e na priorização de interesses nacionais imediatos em detrimento de soluções cooperativas. A diplomacia, que outrora se consolidava como espaço privilegiado de construção de consensos, passa a competir com estratégias de poder mais assertivas, incluindo sanções econômicas, disputas comerciais e o uso político de narrativas ideológicas. Esse deslocamento contribui para o aumento das tensões internacionais e para a instabilidade nas relações entre os Estados.
No âmbito das relações bilaterais, os impactos desse enfraquecimento tornam-se ainda mais evidentes. A redução de canais diplomáticos efetivos, aliada à volatilidade das agendas externas, compromete a previsibilidade e a continuidade das parcerias entre países. A cooperação técnica, os acordos comerciais e os mecanismos de diálogo político passam a ser afetados por oscilações conjunturais, dificultando a construção de relações duradouras e mutuamente benéficas. Além disso, crises diplomáticas tendem a se intensificar em um ambiente menos propenso à mediação e à resolução pacífica de controvérsias.
Diante desse panorama, o presente artigo tem como objetivo analisar o enfraquecimento da diplomacia contemporânea e seus impactos nas relações bilaterais entre os países, buscando compreender as causas desse fenômeno e suas implicações para a estabilidade do sistema internacional. Para tanto, foram examinadas as transformações recentes na prática diplomática, bem como estudos de caso que evidenciam os desafios enfrentados pelas relações interestatais em um cenário de crescente incerteza e fragmentação.
METODOLOGIA
A presente pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, de natureza qualitativa, fundamentada na análise de livros, artigos científicos, documentos oficiais e publicações de organismos nacionais e internacionais relacionados à geopolítica, às relações internacionais e à diplomacia. A partir da revisão da literatura, buscou-se compreender as transformações recentes no cenário geopolítico mundial, relacionando os principais acontecimentos contemporâneos às discussões acadêmicas sobre o tema.
GUERRA NO IRÃ E SEUS IMPACTOS PARA ECONOMIA GLOBAL.
Situado ao longo do sudoeste asiático na região do Oriente Médio, o Irã é privilegiado geograficamente por causa dessa região concentra uma das maiores reservas de petróleo e gás natural do mundo. Além de ser porta de entrada e passagem para Ásia, Europa e África. Nesse sentido, o Irã influência o Estreito de Ormuz através do Golfo Pérsico. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI, 2026), cerca de 25% a 30% do petróleo mundial e 20% do gás natural passam pelo Estreito de Ormuz a região do estreito é dividida entre dois países Irã e Omã, só que a parte de Omã sendo menos influente por ser águas mais rasas não ideias para navegação já a parte do Irã é ideal para navegação por ser águas mais profundas isso faz do Irã ser o país mais influente do estreito.
Nessa perspectiva, isso demonstra o seu papel de relevância estratégica para a economia mundial. Nesse contexto, qualquer instabilidade ou incerteza no qual envolve o Irã pode causar uma crise mundial. Nesse sentido, comprometendo o fluxo energético global ocasionando elevação dos preços do petróleo em nível global, afetando toda a cadeia produtiva no qual promove inúmeros impactos para as economias gerando aumento da inflação afetando diretamente o crescimento econômico de diversos países especialmente os que não são produtores da commodity.
Essa região do Oriente Médio é marcada por inúmeros conflitos ideológicos, religiosos e por recursos naturais sendo cenário de disputas de potências globais. Nesse sentido, é uma região instável com a intensificação de sanções econômicas contra o Irã, principalmente impostas pelo Estados Unidos, bem como as recorrentes ameaças de bloqueio do estreito por parte do Irã em retaliação aos ataques no país, contribuíram para a volatilidade dos preços do petróleo e para o aumento da insegurança nos mercados internacionais (BANCO MUNDIAL, 2024). Tal cenário demonstra a estreita relação entre geopolítica energética e estabilidade econômica global.
O Irã se configura como uma potência regional no Oriente Médio no qual tem o objetivo de ampliar sua influência na região através da área política, econômica e militar. Nesse viés, o país utiliza políticas de alianças com países ou grupos militares presentes no Iraque, Síria e Líbano, caracterizando as chamadas guerras por procuração. Através desses procedimentos o país se coloca como potencial regional no Oriente Médio.
O país apresenta características multipolares nos quais diferentes atores lutam por áreas de influência. Nessa perspectiva, países como China e Rússia têm interesses múltiplos e estratégicos na região, principalmente em busca de segurança energética e crescimento de sua influência geopolítica internacional. Diante desse contexto, os interesses chineses estão relacionados ao setor energético pelo fato do país possuir uma dependência do petróleo do Oriente Médio para abastecer o país e suas respectivas indústrias, já do ponto de vista da Rússia é de consolidar sua posição de influência geopolítica oriental na região contrapondo a influência ocidental dos Estados Unidos.
A atuação dos Estados Unidos nesse contexto configura-se como um dos principais fatores de aumento das tensões. A política externa norte-americana após a retirada do acordo nuclear com o Irã, tem por alicerce a imposição de sanções econômicas e na tentativa de conter a influência iraniana na região (FMI, 2024). Todavia, no cenário contemporâneo no governo Trump tem agravado ainda mais essas tensões saindo do campo da diplomacia e partindo para o campo de batalha com ações militares na região com ataques de mísseis a instalações militares e civis na região tem se identificado bastante após a administração Trump.
Paralelamente, Israel desempenha papel central nessa dinâmica, ao considerar o programa nuclear iraniano uma ameaça direta à sua segurança nacional. Dessa forma, o país adotou a princípio postura de confronto indireto com ações estratégicas e militares na região especialmente no Líbano e na Síria contra os grupos militares financiados pelo Irã. Mas, no cenário atual tem se identificado ainda mais, especialmente por ações próprias do primeiro ministro de Israel Benjamin Netanyahu adotando uma postura mais dura frente ao Irã no qual ocasionou uma série de ataques múltiplos entre as duas nações e mortes de vários civis e militares ocasionados por essa disputa entre Irã e Israel. Nesse cenário, a aliança entre Estados Unidos e Israel intensifica a pressão sobre o Irã, ampliando as tensões e elevando o risco de conflitos de maior escala global.
Sob a perspectiva institucional, a dificuldade de mediação desses conflitos demonstra fragilidade e o enfraquecimento das organizações internacionais. Conforme destacado por Santos (2023), no qual enfatizou a atuação da Organização das Nações Unidas como se tornando cada vez mais limitada pela divergência de interesses entre as grandes potências, esses processos vão cada vez mais reduzindo sua eficiência na resolução de crises e conflitos. Paralelamente, a crise da diplomacia contemporânea, marcada pela dificuldade de negociação e cooperação, agrava ainda mais esse cenário. Nessa conjuntura, o pragmatismo nas relações internacionais estabelecidas através das diplomacia entre os respectivos países ficam de lado e dá campo para ações militares em buscas e interesses próprios já que o diálogo não funciona por falta de mediação e resolução de buscar um acordo entre os países envolvidos nos conflitos.
Diante desse cenário, a localização do Irã associada a sua importância geopolítica e a atuação de potências globais e regionais como Estados Unidos Israel destacam a tamanha complexidade do sistema internacional contemporâneo no qual combina fatores como disputas de poder com interesses energéticos e fragilidade internacional e tornar o país o elemento central na dinâmica econômica mundial. Nessa análise, demonstra a relevância do Irã por influenciar diretamente os mercados, o comércio internacional e a estabilidade financeira mundial por influenciar o Estreito Ormuz, rota fundamental para a economia mundial.
A DIPLOMACIA BRASILEIRA E SUA IMPORTÂNCIA PARA O MUNDO
A diplomacia brasileira constitui um dos pilares estruturantes da inserção internacional do país, sendo historicamente orientada por princípios como a solução pacífica de controvérsias, a não intervenção, a autodeterminação dos povos e o multilateralismo. Desde o século XIX, com a consolidação do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, o Brasil desenvolveu uma tradição diplomática reconhecida por sua continuidade institucional, profissionalismo e capacidade de adaptação às transformações do sistema internacional.
Ao longo dos anos, a política externa brasileira tem buscado equilibrar interesses nacionais com a promoção da estabilidade internacional. Durante o período imperial, destacouse a atuação diplomática na resolução de disputas territoriais por meios arbitrais, evitando conflitos armados e consolidando fronteiras. Já no século XX, especialmente no pós-Segunda Guerra Mundial, o Brasil intensificou sua participação em organismos multilaterais, defendendo a cooperação internacional e a construção de normas globais. Nesse contexto, o país consolidou sua imagem como um ator comprometido com o direito internacional e com a governança global.
Ao longo das últimas duas décadas, a política externa brasileira foi conduzida por diferentes governos, cada um com orientações específicas. Durante o governo de Fernando Collor de Mello, buscou-se a reintegração do país à economia global, com foco na competitividade internacional. Já na gestão de Itamar Franco, observou-se uma postura mais alinhada à condição de país em desenvolvimento. No governo de Fernando Henrique Cardoso, a política externa passou a enfatizar a promoção da democracia, a abertura econômica e a estabilidade macroeconômica, além do fortalecimento da diplomacia presidencial como instrumento estratégico (SANTANA, 2006).
No que se refere à gestão de crises internacionais, o comportamento do Brasil tem sido caracterizado por uma postura cautelosa, pragmática e, em muitos casos, conciliatória. Em vez de adotar posições confrontacionais, a diplomacia brasileira tende a privilegiar o diálogo, a negociação e a construção de consensos. Essa abordagem se manifesta, por exemplo, na atuação do país em fóruns como a Organização das Nações Unidas, onde frequentemente defende soluções diplomáticas para conflitos e critica intervenções unilaterais que possam comprometer a soberania estatal.
O papel do Brasil como mediador em conflitos também merece destaque. Embora não seja uma potência militar, o país tem buscado exercer influência por meio do chamado “poder brando” (soft power), utilizando sua credibilidade diplomática para facilitar negociações e promover entendimentos entre partes em disputa.
A diplomacia brasileira tem demonstrado capacidade de atuação em coalizões e grupos de países em desenvolvimento, como o G77 e os BRICS, buscando reformar estruturas de poder global e ampliar a representatividade do Sul Global. Essa atuação reforça o papel do Brasil como interlocutor entre diferentes blocos e interesses, contribuindo para a construção de pontes em cenários de tensão.
A importância da diplomacia brasileira reside não apenas na defesa dos interesses nacionais, mas também na promoção de uma ordem internacional baseada em regras, cooperação e diálogo. Seu comportamento diante de crises e seu papel como mediador refletem uma tradição diplomática que valoriza a negociação e a busca por soluções pacíficas, elementos fundamentais em um sistema internacional cada vez mais complexo e interdependente.
ENFRAQUECIMENTO DA ONU E SEUS ÓRGÃOS
A ONU vem perdendo seu protagonismo na Resolução dos Conflitos Internacionais e em mediações principalmente por meio do Conselho de Segurança, que vem perdendo sua força . Já que os próprios membros permanentes do conselho de segurança da ONU são os agentes que causam os conflitos e por ter poder de veto vetam qualquer tipo de acordo ou mediação para atender seus interesses próprios e não visando o fim dos conflitos outro ponto a ser destacado é que quando se abre uma votação para discussão de soluções de problemas relacionados a fim de embargos econômicos por exemplo e essa votação e votada pela maioria dos países e um dos membros permanentes de segurança da ONU veta a votação não é validada isso aconteceu recentemente quando foi votado na ONU o fim dos embargos econômicos a Cuba que foi aplicado ao país desde da Guerra Fria que dura até hoje impactando diretamente sua economia já que o país não consegue se desenvolver porque passa a ficar isolado economicamente devido não possuir reservas em dólar que foram bloqueadas pelo Estados Unidos dificultando o desenvolvimento de Cuba e demais países que foram afetados.
Os embargos poderiam ser retirados se a votação na ONU fosse aprovada e não tivesse interesses próprios dos países membros. Outro órgão que está em decadência é o FMI devido o crescimento dos BRICS com o Novo Banco de Desenvolvimento que ajuda os países a se desenvolver cobrando um juros baixo em relação ao FMI que faz com que os países que pegarem capital para se desenvolver precise cortar seus orçamentos afetando diretamente a população mais pobre e deixando o país mais endividado com baixo desenvolvimento devido a política neoliberal que é de fazer cortes em políticas públicas precarizando os serviços básicos à população diferente do Banco dos BRICS que cobram juros baixos e acessíveis para os países pagarem e se desenvolver sem fazer políticas neoliberais.
Ou seja, resumindo os órgãos da ONU estão em declínio por não conseguir resolver situações de conflitos por causa de interesses próprios dos países.
ENFRAQUECIMENTO DA HEGEMONIA NORTE AMERICANA
A hegemonia americana, no cenário contemporâneo, demonstra sinais de enfraquecimento, não necessariamente no âmbito econômico, mas sobretudo no que diz respeito à sua supremacia e soberania no sistema internacional. Os Estados Unidos vêm intensificando cada vez mais sua força bélica, seja por meio de conflitos no Oriente Médio, seja por intervenções em países como a Venezuela. Nesse sentido, tais ações não evidenciam uma soberania absoluta em relação às demais nações, mas sim um processo de fragilização de sua hegemonia, que contribui para o aumento dos conflitos em escala global.
O imperialismo, conforme abordado por Eduardo Galeano em As Veias Abertas da América Latina, é apresentado como uma fase moderna da exploração, na qual a América Latina é tratada como um verdadeiro “quintal” dos Estados Unidos. O autor exemplifica essa dinâmica por meio das ações da CIA e do controle de setores estratégicos da economia latino-americana, como o petróleo e o ferro. A obra analisa justamente como a dominação política e econômica dos Estados Unidos sobre a América Latina se consolidou ao longo do século XX.
No atual cenário global, percebe-se que os interesses permanecem os mesmos, porém agora de maneira ainda mais explícita, sem esconder suas intenções por trás de discursos diplomáticos. A presença da bandeira norte-americana em porta-aviões, bases militares e mísseis simboliza essa atuação direta e intervencionista.
Dessa forma, os Estados Unidos se enfraquecem enquanto principal potência mundial no papel de mediador da paz. Mesmo sendo um dos maiores financiadores da Organização das Nações Unidas, o país demonstra desarticulação com grupos historicamente aliados, como a União Europeia, além de evidenciar fragilidades em sua condução da ordem política internacional. Assim, em vez de consolidar sua liderança global, suas ações revelam contradições que expõem uma crescente falta de organização no cenário político mundial.
FORTALECIMENTO DIPLOMÁTICO DA CHINA
A Diplomacia chinesa começa a surgir a partir do final da guerra civil chinesa em 1949 quando houve a ascensão do Mao Tse Tung ao governo Chinês que deu início a criação da República Popular da China que combinou com o rompimento diplomático com os Estados Unidos devido o apoio estadunidense ao partido do Kuomintang houve perseguição aos opositores forçando então os opositores a deixar o país continental em direção a ilha formosa atual Taiwan e lá é fundado o governo Kuomintang que é aliado dos Estados Unidos contrário ao governo comunista chinês de Mao Tse Tung.
Em 1950 devido divergências ideológicas Mao Tse Tung rompe relação diplomática com a URSS acusando o líder sovietico da época Nikita Khrushchev de desviar das ideias Marx e Lenin causando um racha diplomático entre os dois países. Ao assumir o governo Mao Tse Tung precisou fazer várias reformas internas no país devido a devastação da guerra civil então aos poucos Mao Tse Tung foi colocando seus projetos de governo em prática dando início da reforma agrária de 1953 e reformas no plano econômico para industrializar a China de forma rápida porém não ocorreu como ele planejava houve problemas com a produção agrícola causando o aumento da fome no país de 1958 até 1962.
No início da década de 1970 o presidente estadunidense da época Richard Nixon visita a China ainda no Governo de Mao Tse Tung e lá ambos governos conseguem se aproximar diplomaticamente reabrindo suas embaixadas e retornando as relações diplomáticas entre os países.
No início do ano de 1978 houve mudança no governo Chinês dando início ao Governo de Deng Xiaoping devido a morte de Mao Tse Tung dando início ao seu governo fazendo uma reforma econômica para atrair o capital estrangeiro para o país implantando o socialismo de mercado fazendo a mesclagem entre o sistema capitalista e o sistema socialista investindo pesado na industrialização estatal e convertendo em renda para população chinesa ao mesmo tempo o governo investe nas empresas estatais. Com foco no desenvolvimento agrícola, industrial e defendendo o desenvolvimento da ciência e da tecnologia de ponta e criando também as Zonas Econômicas Exclusivas (ZEE) além de conseguir se aproximar diplomaticamente dos Estados Unidos e do Japão, atraindo estrangeiros para China aumentando a diplomacia chinesa com outros países que durou até 1989.
Avançando no tempo em 2012 e início de 2013 assume o presidente o Xi Jinping que deu início as novas políticas internas e externas que modernizou ainda mais a China com o aumento do capital entrando no país além de criar leis anticorrupção rígidas e criando a transição energética e ambiental e removendo da constituição chinesa a restrição de mandatos fazendo com que ele permaneça no governo até os dias de hoje já na Geopolítica global Xi Jinping defende o fortalecimento do Sul Global fechando parcerias econômicas com outros países e retornando a diplomacia com a Rússia e fortificando a parceria entre ambos países junto com o crescimento dos BRICS além de fortalecer a nova rota da seda investindo pesado em infraestrutura em outros países. Gerando mais capital para China já que os países fazem parcerias com a China para investimento em infraestrutura é acabam ficando devendo a China pagando aos poucos o que fez a China expandir sua influência pelo mundo e ameaçando a hegemonia americana além de conseguir atrair empresas multinacionais para seu território devido a mão de obra qualificada e barata devido o alto investimento em educação e ciência tornando hoje a China a segunda maior economia do mundo.
FORTALECIMENTO DIPLOMÁTICO DOS BRICS E SUA EXPANSÃO
Os BRICS são a união entre 5 países (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) porém antes da entrada da África do Sul, o bloco se chamava BRIC com apenas 4 países (Brasil, Rússia, Índia e China) o BRIC começou a surgir em 2001 pelo economista britânico Jim O'Neill que era economista do banco Goldman Sachs que fazia estudos dos países emergentes e como a economia desses países poderiam crescer e cooperarem entre si mas a primeira reunião de fato entre os 4 países ocorreu em 2006 depois de uma reunião entre os chanceleres de cada um dos países membros durante uma reunião na ONU então o primeiro encontro aconteceu na Rússia na cidade de Ecaterimburgo em 2009.
Já em 2011 houve a entrada da África do Sul ao Bloco formando BRICS devido seu nome do inglês ser South Africa por isso BRICS e essa parceria deu tão certo que os países viram oportunidades entre eles para cooperação fechando diversos acordos econômicos, parcerias e trocas de tecnologias o que reforçou a diplomacia entre eles aumentando também a influência desses países em seus continentes. Além disso os BRICS hoje detém boa parte dos recursos naturais que são importantes para economia global fora a importância que cada membro tem o Brasil é um dos maiores produtores agrícolas e minérios de ferro e aço do planeta além de ter as maiores reservas de água doce do e sendo a segunda maior reserva de minerais terras raras. a Rússia é uma das maiores potências militares compartilhando tecnologias na área de energia nuclear, militar e também é uma das maiores produtoras de fertilizantes do planeta, a Índia é líder global na produção de medicamentos boa parte dos insumos farmacêuticos vem da Índia a China e a segunda maior economia do mundo é possui um grande parque industrial exportando para mais de 150 países do mundo e possuindo a maior reserva de minerais de terras raras e para fechar a África do Sul que possui a maior reserva de minerais como ouro, prata, diamante e minérios raros como ródio e platina.
Em 2015 os países membros dos BRICS criarão o banco dos BRICS também conhecido como NDB (New Development Bank), (Novo Banco de Desenvolvimento) onde os países membros oferecem empréstimos financiados a outros países visando o
desenvolvimento dos próprios membros do bloco e dos países que não fazem parte do bloco com uma taxa de juros reduzida em relação ao FMI aumentando a influência e a diplomacia nos países em desenvolvimento e sem prejudicar a economia desses países já que não é necessário os países aplicar uma política neoliberal tornando o NDB um banco totalmente de oposição ao FMI.
Em 2023 durante a 15ª Reunião entre os membros dos BRICS que aconteceu na África do Sul na cidade de Joanesburgo se decidiu a expansão do bloco para entrada de mais países ao então os países convidados foram: Egito, Emirados Árabes Unidos, Irã e Etiópia. com a mudança de nome de BRICS para BRICS+ porém os novos membros só vinheram participar da primeira reunião em Julho de 2025 no Brasil na Cidade do Rio de Janeiro expandindo ainda mais a diplomacia entre os países membros sendo oposição à hegemonia Norte Americana além disso o bloco debate o fim da dolarização e a criação de um sistema de pagamentos único e compartilhado entre os membros fortalecendo ainda mais a influência diplomacia dos países membros através de parcerias econômicas e trocas de produtos e serviços através da negociação diplomática enfraquecendo a diplomacia do Estados Unidos e batendo de frente com o G7 e o FMI.
RACHA DIPLOMÁTICO E FECHAMENTO DE EMBAIXADAS
O segundo mandato de Donald Trump tem sido interpretado por analistas como um período de intensificação de tensões diplomáticas e reconfiguração das relações internacionais. A retomada de uma política externa marcada pelo unilateralismo e pela priorização de interesses nacionais contribui para o aumento de rachas diplomáticos e, em alguns casos, para o fechamento de embaixadas. Esse cenário reflete uma continuidade, ainda que ampliada, de diretrizes já observadas em seu primeiro governo, agora inseridas em um contexto global mais polarizado. Como resultado, observa-se uma maior instabilidade nas relações bilaterais e uma tendência à fragmentação do sistema internacional. A diplomacia tradicional passa a enfrentar desafios crescentes diante de estratégias mais assertivas e menos conciliatórias. Nesse contexto, o fechamento de representações diplomáticas emerge como um instrumento simbólico e prático de ruptura. Trata-se de uma manifestação concreta de deterioração nas relações entre Estados. Assim, o fenômeno ganha centralidade nas análises geopolíticas contemporâneas.
A política externa do segundo mandato de Trump reforça o princípio do “America First”, priorizando acordos que tragam benefícios diretos aos Estados Unidos. Essa abordagem tende a reduzir o compromisso com alianças tradicionais e instituições multilaterais, gerando atritos com parceiros históricos. Como consequência, divergências políticas e econômicas são mais frequentemente tratadas por meio de medidas unilaterais, como sanções e retaliações comerciais. Esse comportamento pode desencadear respostas semelhantes por parte de outros países, alimentando ciclos de tensão diplomática. Em alguns casos, essas tensões evoluem para a suspensão de relações diplomáticas formais. O fechamento de embaixadas, nesse sentido, surge como uma extensão dessas disputas. Além de sinalizar descontentamento, essa medida dificulta a retomada do diálogo direto. Portanto, contribui para o aprofundamento dos rachas diplomáticos.
Outro elemento relevante é o uso intensivo de discursos políticos e mídias digitais como ferramentas de política externa. Durante o segundo mandato, declarações públicas de lideranças ganham maior visibilidade e impacto imediato, influenciando a percepção internacional. Esse estilo de comunicação pode intensificar conflitos, especialmente quando envolve críticas diretas a outros governos. A substituição parcial de canais diplomáticos tradicionais por manifestações públicas tende a fragilizar negociações mais discretas e estratégicas. Nesse ambiente, malentendidos e reações impulsivas tornam-se mais prováveis. O resultado pode ser a escalada de tensões que culminam em decisões mais drásticas, como o rompimento diplomático. O fechamento de embaixadas, assim, passa a refletir não apenas divergências estruturais, mas também conflitos de narrativa. Essa dinâmica contribui para a volatilidade das relações internacionais.
No campo geopolítico, o segundo mandato de Trump ocorre em um contexto de crescente rivalidade entre grandes potências. As relações com países como a China e a Rússia tendem a permanecer marcadas por desconfiança e competição estratégica. Disputas comerciais, tecnológicas e militares intensificam o ambiente de tensão, ampliando a possibilidade de rachas diplomáticos. Em situações extremas, essas disputas podem levar à redução ou interrupção de representações diplomáticas. O fechamento de consulados e embaixadas torna-se, nesse contexto, uma ferramenta de pressão política. Além disso, a ausência de canais diretos de comunicação aumenta o risco de interpretações equivocadas. Isso pode dificultar a gestão de crises e elevar o potencial de conflitos mais amplos. Assim, a diplomacia perde espaço para estratégias de contenção e confronto.
Os impactos dessas rachas diplomáticas não se restringem ao campo político, afetando também dimensões econômicas e sociais. O fechamento de embaixadas compromete o funcionamento de serviços consulares, prejudicando cidadãos que vivem ou viajam ao exterior. Empresas enfrentam dificuldades adicionais para operar em mercados internacionais, especialmente em ambientes de incerteza. A redução de investimentos e o enfraquecimento de acordos comerciais são consequências frequentes desse cenário. Em países com forte interdependência econômica, os efeitos podem ser ainda mais significativos. Além disso, cadeias globais de produção podem ser afetadas por tensões diplomáticas prolongadas. O resultado é um ambiente menos favorável à cooperação econômica. Isso reforça a percepção de instabilidade no sistema internacional.
A cooperação internacional em temas globais também tende a ser prejudicada. Questões como mudanças climáticas, segurança internacional e saúde pública exigem coordenação entre Estados. No entanto, o enfraquecimento das relações diplomáticas dificulta a construção de consensos. O segundo mandato de Trump pode intensificar essa tendência ao priorizar interesses nacionais em detrimento de compromissos multilaterais. Como consequência, iniciativas conjuntas tornam-se mais difíceis de implementar. O fechamento de embaixadas reduz ainda mais os canais de articulação entre países. Isso compromete a eficácia de respostas globais a desafios compartilhados. Em um mundo interdependente, essa fragmentação representa um risco significativo. A ausência de diálogo contínuo limita soluções sustentáveis.
Apesar desse cenário, é importante destacar que o fechamento de embaixadas nem sempre implica ruptura total das relações. Em muitos casos, países mantêm canais indiretos de comunicação por meio de intermediários ou organizações internacionais como a Organização das Nações Unidas. Esses mecanismos buscam evitar a escalada de conflitos e preservar possibilidades de negociação futura. No contexto do segundo mandato de Trump, tais estratégias podem ganhar relevância como alternativas ao diálogo direto. Ainda assim, esses canais tendem a ser menos eficientes e mais lentos. A ausência de presença diplomática permanente limita a construção de confiança entre os Estados. Isso pode prolongar períodos de tensão e dificultar acordos. Portanto, mesmo soluções indiretas apresentam limitações significativas.
Sob uma perspectiva analítica imparcial, é possível compreender que a postura adotada no segundo mandato de Trump responde a dinâmicas internas e externas. Internamente, há pressões políticas que favorecem uma política externa mais assertiva. Externamente, o cenário internacional competitivo estimula respostas estratégicas mais rígidas. Nesse sentido, os rachas diplomáticos podem ser vistos como parte de uma reconfiguração do poder global. No entanto, seus efeitos colaterais são amplos e, muitas vezes, negativos. A redução do diálogo e o aumento da desconfiança comprometem a estabilidade internacional. O fechamento de embaixadas, embora estratégico, amplia essas dificuldades. Assim, seus custos tendem a ser elevados no médio e longo prazo.
Outro ponto relevante é a influência dessas dinâmicas sobre países em desenvolvimento. Nações com menor poder político e econômico podem ser particularmente afetadas por rachas diplomáticos entre grandes potências. O alinhamento estratégico torna-se mais complexo, exigindo escolhas que podem impactar suas relações internacionais. Além disso, a redução da cooperação internacional pode limitar o acesso a recursos e parcerias. O segundo mandato de Trump, ao reforçar uma lógica de competição, pode intensificar essas pressões. O fechamento de embaixadas em regiões estratégicas pode afetar diretamente os fluxos de investimento e cooperação. Isso contribui para aumentar desigualdades no sistema internacional. Assim, os efeitos do racha diplomático se estendem além dos principais atores envolvidos.
Por fim, o cenário analisado reforça a importância da diplomacia como instrumento fundamental para a gestão de conflitos. O segundo mandato de Donald Trump evidencia como mudanças na condução da política externa podem impactar significativamente as relações internacionais. O aumento de rachas diplomáticos e o fechamento de embaixadas refletem um ambiente mais competitivo e menos cooperativo. Embora tais medidas possam ter objetivos estratégicos, seus efeitos tendem a ampliar a instabilidade global. A redução de canais de diálogo compromete a resolução pacífica de disputas. Nesse contexto, a valorização da diplomacia torna-se ainda mais necessária. O equilíbrio entre interesses nacionais e cooperação internacional permanece um desafio central. A forma como esse equilíbrio será conduzido definirá os rumos das relações bilaterais nos próximos anos
ISOLAMENTO DIPLOMÁTICO DOS PAÍSES E SUAS CONSEQUÊNCIAS
O isolamento diplomático, é uma estratégia que um país é excluído voluntariamente ou forçado; na maioria das vezes que esses eventos acontecem, é algo forçado, e às relações de compra e venda de mercadorias são cortadas ao longo dos dias após os acontecimentos. Às consequências desse isolamento influência diretamente na economia do país afetado, junto ao seu desenvolvimento. Esse isolamento acontece devido às escolhas ideológicas, políticos e atitudes que contrariam os direitos humanos.
No Brasil, entre 2018 até 2022 no governo fatídico de Jair Bolsonaro, o país sofreu esse isolamento diplomático. Foi um episódio que afetou a economia, junto a esse problema tivemos a pandemia de covid-19, onde o presidente negligenciou a vacina para evitar as mais de 700 mil mortes, através de falas sem sentido para convencer a população que estava bem e era “só uma gripezinha”. Mas a realidade era outra, o ex-presidente atualmente presidiário, não quis comprar as vacinas por terem origem chinesa.
O agronegócio corre altos riscos através desse isolamento diplomático, que gera inflação interna e escassez de produtos essenciais para a população em geral, sem diferenciar tanto as classes de subsistência.
Já a economia foi afetada, porque o Brasil estava produzindo muito e não estava tendo mercado, já que seus maiores parceiros comerciais são asiáticos, e o ex-presidente cortou relações diplomáticas e comerciais, a maior parte de importação do Brasil são: carne bovina, frango, soja, feijão e milho. Ou seja, a maior parte do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB) vem através da venda desses produtos de bem e consumo, exportados para o exterior. Os países isolados perdem totalmente sua influência e soberania: ou seja, o país perde voz e força nas tomadas de decisões sobre conflitos e negócios que influenciam totalmente na economia, política e no meio ambiente, quando há conflitos internos, quem tem maior prejuízo é a população desses países.
Alguns países que já sofreram embargos, sanções e conflitos com a maior economia do mundo: os Estados Unidos; Coreia do Norte, Coreia do Sul, Japão, Filipinas, China, Irã, Rússia, Alemanha Primeira e Segunda Guerra Mundial, França, México, Cuba, Haiti,
Honduras, Guatemala, Colômbia, República Dominicana, etc. Esses países foram vítimas dos EUA, algunas com guerras, ditaduras patrocinadas com o dólar americano que poderia ser utilizados para melhorar o país em si, ter um sistema único de saúde para as peaa quem não tem condições de pagar um plano de saúde., dentre outras melhorias que o eles necessitam e ninguém ver por pura ignorância e idolatria a um país sujo que quer roubar as riquezas naturais, já que eles não produzem nada do que contém nos outros lugares invadidos.
Todos os países citados anteriormente, foram prejudicados pelos os Estados Unidos, atualmente o mundo presencia o apagamento do estado Palestino que esse conflito perduram por anos com Israel, e o Irã com os Estados Unidos; o conflito por petróleo. pelo fato eminitene que o Irã é um dos maiores produtores e exportadfores do mundo desse bem de consumo necessário para qwue o mundo funcione, já que tudo é transportados por navios e caminhões que precisam de combustível. Esse conflito começou sem nenhum motivo aparente, porque o canal onde é transportado essa matéria-prima, estava funcionando normalmente, e, assim o atual presidente dos EUA, Donald Trump, começou a bombardear o país e impôs sanções ao Irã.
O cenário atual da geopolítica mundial em 2026 está ligado e caracterizado pelos conflitos internos com envolvimentos diplomáticos e sanções, que aconteceu no início do ano na Venezuela, e agora estamos diante dos conflitos entre: EUA, Israel e Irã. Israel apareceu no meio desse conflito para ajudar os EUA. Esses conflitos só pioram as relações internacionais e a economia desses países envolvidos nesse conflito armado mais sem noção dos últimos tempos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Concluímos que a geopolítica mundial atravessa um período de intensas transformações, marcado pelo aumento das disputas entre grandes potências, conflitos armados, sanções econômicas e reconfigurações diplomáticas. Esse cenário evidencia um contexto de instabilidade e crescente aflição global, no qual decisões políticas e estratégicas impactam diretamente a economia, a segurança e as relações internacionais. Diante desse panorama, torna-se fundamental fortalecer o diálogo, a cooperação internacional e a diplomacia como instrumentos para a promoção da estabilidade e da paz em um mundo cada vez mais multipolar.
REFERÊNCIAS
Grande parte das referências estão atreladas aos noticiários e a base de levantamentos via IA. Artigos em portais, revistas eletrônicas e e-book.
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SANTOS, Leonardo Queiroz da Silva dos. O enfraquecimento das instituições de poder: a perda de protagonismo da ONU na resolução dos conflitos internacionais. Rio de Janeiro:
Escola Naval, 2023.
(*) Autores:
Wilson Sergio Gomes do Nascimento (UEPB/Campus III)
wilson.nascimento@aluno.uepb.edu.br
Gilson Vinícius Dias da Silva (UEPB/Campus III)
gilson.vinicius@aluno.uepb.edu.br
Irackson Lucas Ribeiro da Silva (UEPB/Campus III)
lucas.irackson@aluno.uepb.edu.br
Wendel Lucas da Conceição (UEPB/Campus III)
wendel.conceicao@aluno.uepb.edu.br
Gerson Martiniano de Araújo (UEPB/Campus III)
gerson.araujo@aluno.uepb.edu.br
Emilay Maria Helena Quirino Araújo (UEPB/Campus III)
emilay.araujo@aluno.uepb.edu.br
Mariana Pereira Silva UEPB/Campus III)
mariana.silva4@aluno.uepb.edu.br
Outras Fontes como lives, entrevistas e notícias: ICL Notícias; Revista Fórum, Carta Capital, Plantão Brasil, G1, CNN Brasil, DCM, Brasil 247, Brasil de Fato.
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