NA UCRÂNIA ACABOU POR DEFINIR O NOVO REACOMODO GEOPOLÍTICO QUE CONSOLIDAU A MULTIPOLARIDADE
Depois de mais de 500 bilhões de dólares desperdiçados, mais de 2 milhões de ucranianos mortos, dez milhões de exilados, centenas de altos comandos militares americanos e da NATO enterrados vivos em bunkers subterrâneos (o mesmo que milhares de conselheiros e comandos médios) milhares de mercenários de vários países servindo de adubo nas estepes ucranianas.
Quase trinta mil tanques, cinquenta mil veículos blindados, dezenas de milhares de peças de artilharia e lançadores de foguetes, juntamente mais de seiscentos aviões e quase quatrocentos helicópteros, todos destruídos e transformados em sucata fumegante.
Tudo no âmbito de um antelado plano de oito anos para infligir uma derrota militar estratégica à Rússia (e ter o caminho livre para ir pelo Irão e China) que, aderindo a sanções draconianas e sem precedentes, provocariam o seu colapso político e económico que levaria à sua desejada "balcanização" em pelo menos cinco estados o mais hostil possível entre eles, o fracasso de todos aqueles alvos subalternos delirantes e perfidos não poderia ser mais adverso e catastrófico.
O resultado: a Rússia não só fortaleceu a sua economia contornando as sanções, como lançou a maquinaria industrial militar mais produtiva, prática e inovadora...
Já não só é a primeira potência nuclear do mundo, com os seus mísseis supersônicos e hipersônicos que nenhum país ocidental possui; como também se tornou a primeira potência (que não era) militar convencional, com um exército profissional de assassinos eficientes e brutais, totalmente preparados para o palco da guerra moderna; com armamento testado em combate e, com uma progressão em inovação tecnológica que reduziu para três meses, o que em tempo de paz exigia pelo menos três anos...
E o mais importante: a Rússia, a China, a Coréia do Norte e o Irão foram forçadas a forjar a aliança militar mais poderosa da atualidade, dentro do forte quadro de integração económica dos BRICs, que por sua vez conseguiu pôr fim à supremacia militar do estado espúrio, usurpador, genocida e terrorista de Israel (o pitbull dos EUA no Oriente Médio) após o fracasso da guerra dos 12 dias contra o Irão.
Tudo enquanto a Europa se afunda na incendência, na irrelevância, na crise econômica, industrial e energética por se emprestar servilmente aos interesses dos EUA. ( 31.01.2025).
*Por Gustavo Rozas Valz, via Blaut Ulian Júnior. Fonte: https://www.facebook.com/share/p/17BNMCyzgc/
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