2026 - A Copa do Fascismo e da Covardia.
O que tinha tudo para ser a maior Copa de Futebol do mundo, está se transformando numa copa de fascismo e covardia. Isso tudo por conta do governo nazifascista de Trump e a sua perseguição aos iranianos, africanos e latinos.
A Rússia foi barrada da Copa, simplesmente por está defendendo seus territórios e seu povo, em um conflito com a Ucrânia que foi completamente provocado pelos os EUA e pela OTAN. Enquanto Israel, com todo o seu genocídio contra os palestinos, teve o direito de concorrer a uma classificação. Agora estamos acompanhando as outras delegações sendo perseguidas e humilhadas pelo desgoverno Trump.
A copa ocorre em três países: México, Canadá e EUA, mas os abusos de poder e perseguição só estão ocorrendo nos EUA, inclusive com ameaças constantes do governo Trump, contra México e Canadá. Um desconforto geopolítico que os vizinhos estão tendo que engolir para garantir o mínimo de harmonia.
Um Juíz de futebol da Somália foi barrado, sendo impedido de entrar nos EUA; a delegação inteira do Irã está impedida de permanência nos EUA por mais de 24 horas. E os representantes políticos do Irã não tiveram seus vistos autorizados. Trump chegou a oferecer a vaga do Irã a Seleção Italiana que não se classificou.
Os jogadores do Irã estão sendo obrigados a entrar nos EUA, jogar e em seguida sair do país como se fossem criminosos foragidos. Quando retornam são novamente obrigados a passar pela humilhante fiscalização de imigração de fronteira.
Todos sabemos que os EUA e Israel atacaram o Irã, bombardearam uma escola e outros alvos cívis no Irã. Foram os EUA que assassinaram o líder iraniano e familiares e continuam ameaçando o território do Irã. Agora, querem atrapalhar ao máximo a participação dos sumérios na copa de 2026.
Delegações inteiras estão sendo revistadas por "cães farejadores do ICE", estão sofrendo todos os tipos de perseguição e humilhação para entrar nos EUA. Em especial, as delegações africanas e latinas, ou de países em que o governo Trump tem desafetos políticos.
E a FIFA? Se faz de desentendida, usa a TGM (Tática da Galinha Morta), como se não tivesse nada a fazer. Os EUA do governo Trump tiveram a oportunidade de transformar um evento global e histórico em passivo político cultural, em um momento para a pacificação do mundo. Mas Trump faz exatamente o contrário.
A FIFA chegou a barrar o uniforme oficial da Seleção do Haiti, em nome da "neutralidade", simplesmente por ter uma alusão a Revolução Haitiana de Independência do país. Todo o isolamento que os colonizadores fizeram ao Haiti, a Cuba, as perseguição à Venezuela , ao Irã e outros países, começaram assim.
Trump tem intensificado o ódio e a vingança contra os visitantes, contra os turistas e contra os torcedores e delegações. Os ingressos mais caros de todas as edições das copas, o caos urbano e nos sistemas de transporte, nas cidades dos jogos e até os estacionamentos, próximos aos Estádios, estão caríssimos.
Para piorar a situação, assistir aos jogos na TV aberta ou nas plataformas de internet, virou uma verdadeira peça de marketing da venda de apostas em bets. Uma droga viciante e as bets estão em gigantes painéis eletrônicos em todos os estádios, as bets, em todos os jogos, dividem as telas dos jogos e, os locutores, ou narradores, ficam repetindo as marcas das bets, como se estivessem vendendo uma droga pesada, disfarçada de suvenir da copa.
Quem tem a minha idade, certamente irá lembrar das propagandas de cigarros das décadas de 1980/1990. O assédio era tão intenso que os comerciais pareciam filmes do cotidiano. Grandes atores do cinema, jogadores, reuniões familiares e de negócios, sempre com uma grande marca de cigarros, oferecendo uma vida de aventura, liberdade e bem-estar social.
Agora são as bets, centenas delas, o tempo todo lhe oferecendo a oportunidade para o enriquecimento imediato, para o sonho de ganhar dinheiro como se fosse uma mágica, em que você se diverte e ganha dinheiro. A sua casa, a sua sala de TV virou um cassino, e as fichas são negociadas diretamente no seu banco digital com as mesmas credenciais do Banco Master.
Parece um exagero esse título, mas entre um jogo e outro, as notícias de perseguição do governo Trump a delegações inteiras, enquanto outros países não sofrem nenhum constrangimento, virou uma copa da seletiva excludente. Racismo, xenofobia e perseguição política para uns países, demonstram que o fascismo de Trump e a parcialidade colaborativa da FIFA, envergonha o mundo.
O alerta é importante, pois depois da Copa 2026, virão as Olimpíadas e delegações inteiras, atletas individuais e coletivos poderão sofrer a humilhação e perseguição que os jogadores do Irã está sofrendo. Não podemos tolerar o fascismo, genocídio e crimes de pedofilia de Trump. Sabemos que é um problema dos EUA, mas ao afetar outros países, nos afeta também.
Para finalizar, até o próprio Brasil, se viu envolvido nessa situação vergonhosa do próprio Donald Trump, que em um encontro do G7 na França, fez declarações descabidas contra o judiciário brasileiro, fez críticas as eleições no Brasil e ameaçou nossa democracia, ao querer interferir nas eleições brasileiras, defendendo criminosos da extrema direita, no que ele chamou de Bolsonaro Jr.
O presidente dos EUA, semanas antes, declarou a pedido de Flávio Bolsonaro, que os criminosos do PCC e CV fossem classificados como organização terrorista, criando as condições legais para interferir diretamente no Brasil.
Em seguida, Trump baixou uma portaria taxando os produtos brasileiros em 25% e agora, no G7, deu uma entrevista e fez uma fake news, contra a justiça brasileira, confundiu os filhos do Jair presidiário e ensinuou que no Brasil as eleições são fraudadas.
Trump e sua odiosa política anti-imigratória, poderá usar a copa do mundo para transformar em tragédia fascista, eles já fizeram isso em 11 de setembro de 2001. Um atentado cinematográfico igual aos que supostamente sofreu, milhares de mortos, cena dantesca e as narrativas de atentado terrorista, justificavam para fazer um bode expiatório.
Toda solidariedade à delegação iraniana e de países africanos que estão sofrendo humilhação e perseguição, criando uma atmosfera de desconforto e desequilíbrio na concentração para os jogos. Uma copa em que os competidores não têm as mesmas condições de disputa é desigual e injusta.
Parabéns aos jogadores e delegações africanas, que mesmo em dificuldades, estão fazendo o espetáculo acontecer. Parabéns aos descendentes de africanos que formam as seleções europeias, aos exemplos da França, Inglaterra, Espanha e Alemanha, entre outras nações com grande presença de jogadores filhos de africanos.
Ao assistir o primeiro jogo da França X Senegal, achei até que fossem duas seleções africanas em campo, mas, enquanto observava os jogadores afrodescendentes da França e a torcida francesa, vi a presença massiva de torcedores brancos e felizes com a sua seleção de africanos naturalizados, gerações de imigrantes das antigas colônia de exploração e que ainda hoje, vivem nas periferias de Paris e outros grandes centros europeus.
*Por Belarmino Mariano. Imagens das redes sociais. Solidariedade à Seleção do Irã e Fora Trump.
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