Por que a Argentina sempre foi beneficiada em três conquistas mundiais e continua a ser agora em 2026?

Por Belarmino Mariano*

Nessas épocas de internet e inteligência artificial (IA), ficou muito fácil dar um zoom nas teorias da conspiração e na busca de fundos de verdade sobre fatos registrados em imagens e sons de qualquer assunto.

Aqui estaremos refletindo sobre a copa do Mundo em meio a grande polêmicas do futebol. Atualmente, existem condições de traçar linhas, assistir quadro-a-quadro e em câmara lenta, qualquer lance ou jogada, em uma partida de futebol. 

O juiz principal, bandeirinhas, juiz auxiliar e Video Assistant Referee ou Árbitro Assistente de Vídeo (VAR), com mais arbitragem para avaliação de qualquer absurdo, infração, violência ou erro humano na interpretação de jogadas, escanteios, faltas graves, cartões, penalidade máxima e expulsão de jogadores.

Mesmo assim, as polêmicas continuam e até aumentaram, diante de arbitragens incoerentes e aparentemente tendenciosas. Julgamentos errados e prejuízos incalculáveis para algumas equipes em benefício de outras.

Os interesses de grandes empresas, o gigantesco esquema de apostas em bets, dão a tônica do futebol como um esporte que mobiliza multidões e bilhões de dólares em apenas uma partida.

Nada contra "los hermanos" argentinos, nem contra sua valorosa Seleção Tri-campeã do mundo (1978, 1986 e 2022). Seus grandes nomes e suas polêmicas conquistas mundiais. 

Com base na Geminal (IA) do Google, queria saber por que a Argentina sempre foi beneficiada em três conquistas mundiais e continua a ser agora em 2026? Na IA, as respostas são uma interpretação média de milhares de notícias e documentos cruzados. 

As respostas são contundentes e foram consideradas basicamente as partidas da Copa em si, sem levarem em conta os processos de classificação, através dos jogos da América do Sul.

As reclamações, polêmicas e suspeitas sobre os títulos da Argentina na Copa do Mundo concentram-se em fatores como: geopolíticos com influência da ditadura militar e agora sob o controle de um governo de extrema direita, com o país em profundo colapso socioeconômico e decisões de arbitragem controversas e sempre favoráveis aos argentinos. 

As duas primeiras conquistas são frequentemente alvo de debates históricos, enquanto o troféu mais recente gerou alegações de favorecimento, com grandes debates e críticas que repercutiram na internet.

Em 1974, o campeão do mundo foi a Alemanha Ocidental. A grande polêmica da época foi que a Alemanha Ocidental, perdeu de 0x1 para a Alemanha Oriental para se livrar do famoso "grupo da morte" que tinha o Brasil de Pelé e a Holanda.
Em meio a crise geopolítica da "Guerra Fria" e com a Alemanha dividida em duas, a Ocidental conquistou o seu segundo título mundial ao vencer a Holanda por 2 a 1 na grande final, realizada no Estádio Olímpico de Munique. 

O primeiro mundial da Argentina ocorreu em 1978, na própria Argentina sob a sangrenta ditadura militar do General Jorge Rafael Videla. As principais desconfianças envolvem:
1) O escândalo do 6x0: Na segunda fase, a Argentina precisava golear o Peru por pelo menos 4 gols de diferença para eliminar o Brasil e ir à final. O jogo terminou em 6x0 e levantou fortes suspeitas de manipulação e acordo político, potencializado pelo fato do goleiro peruano, Ramón Quiroga, ter nascido na Argentina.

Tanto o Brasil quanto a Argentina viviam sobre regimes militares autoritários, mas o Brasil já tinha conquistado três títulos (1956, 1962, 1970) e, muitos analistas da época, acreditam que houve beneficiamento, encobrindo os crimes do regime militar naquele país. 

Para muitos, houve influência do regime militar ditatorial e o torneio foi usado pelo governo militar como propaganda política, levantando dúvidas sobre coerção nos bastidores. O que parece teoria da conspiração, tem vasto material da imprensa da época, que foi cruzada pela IA e que pode ser consultada passo a passo. Com as fontes em cada uma das conquistas da Argentina 

1986 (México), foi o segundo título argentino. Esta conquista ficou marcada por um lance decisivo nas quartas de final contra a Inglaterra com gol de mão. "Mão de Deus", em que Diego Maradona marcou o primeiro gol argentino usando claramente a mão. O árbitro tunisiano Ali Bin Nasser alegou que não viu a infração e validou o lance, gerando indignação e acusações de que a arbitragem foi conivente com as irregularidades.

Em 2022 (no Catar), veio o tricampeonato argentino, com muitas polêmicas e teorias de conspiração na internet, alimentadas pelo grande número de penalidades marcadas a favor da seleção argentina. 

Para os profissionais de imprensa houve um recorde de pênaltis. A Argentina começou mal e perdendo (Argentina 1 × 2 Arábia Saudita), depois foi sendo beneficiada e chegou a final. Em todos os 7 jogos, foram registrados lances polêmicos em que a Argentina foi claramente beneficiada.

O mais grave foi o fato de receber 5 pênaltis a seu favor durante a competição, o que levou torcedores rivais e até jogadores das outras equipes a questionarem os critérios da arbitragem e uma suposta vontade da FIFA em tornar Lionel Messino o melhor do mundo.

Se você pensa que as polêmicas acabaram, veremos o beneficiamento da Argentina em 2026, sem nenhuma derrota, a seleção da Argentina tem enfrentado fortes acusações de favorecimento pela arbitragem na Copa do Mundo 2026, com técnicos e torcedores reclamando de gols anulados, marcações de pênaltis e até de decisões não revistas pelo VAR que teriam beneficiado os argentinos nos confrontos.

Dentre as principais polêmicas, tivemos as discussões sobre os supostos favorecimentos que se intensificaram principalmente em vários momentos da última partida contra o Egito:

A vitória contra o Egito (Oitavas de Final), em um confronto decisivo, a Argentina derrotou os egípcios por 3 a 2 após estar perdendo por 2 a 0 e em basicamente nos últimos dez minutos dos acréscimos. A virada gerou revolta e duras críticas por parte da comissão técnica e dos jogadores do Egito.

O Egito vencia o jogo quando teve um segundo gol anulado pelo VAR, que apontou uma falta na origem da jogada. O gol anulado com o placar em 1 a 0 para o Egito, a equipe marcou o segundo gol após uma grande jogada de Hassan e Salah. O árbitro François Letexier, contudo, revisou o VAR e anulou o segundo gol do Egito.

Pedido de Pênalti: Jogadores egípcios reclamaram de um empurrão dentro da área no craque Mohamed Salah logo antes de a Argentina iniciar o contra-ataque que resultou no gol da vitória nos acréscimos.

Protocolo antirracismo ignorado: Irritado com a arbitragem, o técnico egípcio Hossam Hassan cruzou os braços pedindo a aplicação do protocolo antirracismo ao ser advertido com um cartão amarelo, mas o juiz não deu seguimento ao pedido.

Protesto do Técnico: O técnico do Egito, Hossam Hassan, detonou a arbitragem do francês François Letexier, acusou a Fifa de direcionar o torneio e abandonou a competição em protesto. O atacante do Egito, Mostafa Zico, também reclamou de uma "partida direcionada".

Crítica ao padrão de arbitragem e cartões não aplicados contra os jogadores argentinos: Desde a fase de grupos, internautas e comentaristas esportivos apontam uma tolerância maior da arbitragem em lances envolvendo Messi, o camisa 10 da Argentina. 

Um debate comum envolveu uma entrada dura de Messi logo na estreia contra a Argélia, na qual ele não recebeu cartão, e o fato de a Argentina ter cobrado diversos pênaltis ao longo do torneio. Já é um fragante, como aconteceu em 2022 no Catar.

A partida entre Argentina e Cabo Verde foi marcada por severas críticas à arbitragem, com torcedores e analistas apontando o suposto beneficiamento da equipe sul-americana. As principais reclamações envolvem a falta de punição disciplinar para jogadores argentinos, critérios inconsistentes na marcação de faltas e uma controversa cobrança de falta cobrada rapidamente por Messi.

Principais Polêmicas do Jogo
As contestações sobre a atuação do árbitro se concentraram em alguns momentos cruciais da partida: Falta rápida de Messi: O árbitro autorizou a cobrança de uma falta enquanto o goleiro cabo-verdiano Vozinha ainda organizava a barreira. A decisão gerou revolta, visto que o goleiro foi pego de surpresa e a bola quase entrou.

Excesso de tolerância disciplinar: Em um contra-ataque promissor de Cabo Verde, o zagueiro argentino Romero pisou no pé de Laros Duarte para matar a jogada, mas o árbitro marcou apenas a falta, sem aplicar o cartão amarelo. 

Acabando o jogo com critérios invertidos: No final da partida, o juiz deu um curto acréscimo de tempo e encerrou o confronto rapidamente antes que Cabo Verde pudesse cobrar um último lateral, e houve reclamações de inversões de faltas e falta de revisão do VAR em lances duros sofridos pelos cabo-verdianos.

Teoria da Conspiração ou não, existem muitos e verdadeiros indícios de benefícios recebidos pela Argentina ao longo dos vários momentos e conquistas da seleção sul-americana nos torneios da FIFA e parece que as polêmicas continuam agora em 2026, com os argentinos chegando às quartas de final, com os confrontos já definidos depois das dezenas de denuncias da Seleção do Egito:

França x Marrocos – Quinta-feira (09/07), às 17h.
Espanha x Bélgica – Sexta-feira (10/07), às 16h.
Noruega x Inglaterra – Sábado (11/07), às 18h.
Argentina x Suíça – Sábado (11/07), às 22h.

O vencedor de França x Marrocos jogará contra o vencedor de Bélgica x Espanha. O vencedor de Noruega x Inglaterra enfrentará o vencedor de Argentina x Suíça. 

Se observarmos essa classificação para as quartas de final, das oito seleções, apenas Marrocos e Argentina não são seleções europeias e numa visão geral, se formos fazer o mesmo levantamento para as seleções européias classificadas, também existem dezenas de polêmicas parecidas com as da Seleção Argentina.

O chaveamento oficial para as semifinais já está montado. Resta saber se os argentinos ou outras seleções irão continuar a ser beneficiadas neste penúltimo e último jogo, até sabermos quem será a Seleção Campeã de 2026. 

Uma coisa é certa, essa Copa do Mundo da FIFA 2026, mesmo com grande avanço tecnológico, já é a copa com o maior número de reclamações, polêmicas e críticas. Todas com fundamentos e profundos jogos de interesses, em que grandes empresas, patrocinadores e bets, estão estragando o esporte das multidões.

 *Por Belarmino Mariano. Texto informativo colhido por Geminal IA, Globo Esporte (Ge), Lance, Exame, Veja, ESPN Brasil. Imagem das redes sociais (@DomFUT8)

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